quinta-feira, 23 de julho de 2009

Tour poster

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Little Joy in Brighton, 15/01/2009

Após a turnê de novembro e dezembro do ano passado, que contou com 19 datas em várias grandes cidades dos EUA, agora em janeiro é a vez da Europa ver o show que promove o primeiro disco, homônimo, do Little Joy, grupo paralelo de Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti (cantor e guitarrista dos Hermanos e baterista dos Strokes, respectivamente).

Foi a vocalista/tecladista/percussionista Binki Shapiro que botou uma pilha, ainda em 2007, para que Amarante e Moretti desenvolvessem a idéia de formar um projeto musical, idéia essa que tinham tido num encontro casual durante um festival, em Lisboa, em 2006, onde tocaram com suas bandas principais.

Entre 10 e 21 deste mês, o Little Joy toca uma vez em cada um dos seguintes países: Bélgica, Holanda, Alemanha, França e Escócia; além de cinco datas na Inglaterra, culminando com um show – com ingressos já esgotados – em Londres.



Ontem, Brighton, seu público multicultural e seu vento forte e constante (que faz o frio mais frio!) receberam muito bem Amarante e companhia.
Sim, porque é Amarante e companhia, e não Moretti e companhia - como a imprensa do resto do planeta costuma etiquetar o Little Joy; pois no palco, quem comanda, quem faz os solos e dedilhados, quem faz o vocal principal e ocupa o centro do palco, esse é o Hermano, não o Stroke...

Este que vos escreve chegou tarde ao Audio – casa de frente pro mar dividida em bar e pista no térreo e palco e pista/bar no subsolo –, perdendo assim o show de abertura, dos americanos Dead Trees. Logo na entrada, topando com Amarante, uma entrevista para depois do show foi pré-arranjada (ele estava usando o mesmo casaco e carregando a mesma guitarra com que dias antes se apresentou no programa de TV norte-americano Carson Daly).



O repertório do show, sempre igual – seja em Brighton seja em Paris e demais shows da turnê até agora (com a diferença que em Paris houve bis, em Brighton não), é composto obviamente pelas canções do disco que eles acabaram de lançar (só deixaram de fora Play the Part), além de uma canção nova e de um cover para Walkin’ back to Happiness, da cantora inglesa Hellen Shapiro (muito famosa nos anos 60).
A questão que me veio imediata foi entender até que ponto essa escolha foi baseada na música em si, pois além da óbvia chamada para o sobrenome Shapiro, poderia haver alguma analogia entre o significado do titulo (“voltando para a felicidade”) e o fato deles terem deixado pra trás suas bandas, famosas, para encarar uma turnê como a que eles estão fazendo agora, onde eles próprios devem montar e desmontar todo o equipamento de palco, tocando em pubs e dormindo num ônibus velho etc.
Bem, o fato é que Amarante parecia tenso, apesar do velho e conhecido sorriso, sempre presente. Entrou no palco sozinho, com seus típicos dedilhados Hermanicos, para começar o show com Evaporar. Ao fim da canção agradeceu em português, inglês, alemão, francês, japonês e italiano; e então a banda toda entrou. Além do trio central – Amarante tocando guitarra e cantando, Binki tocando teclado e percussão e Fabrizio tocando guitarra e violão tenor –, havia um baixista e um baterista, ambos ótimos.



No meio do show, o atento (e impaciente) Amarante chamou a atenção de todos (ao microfone) sobre a iluminação, que realmente estava monotemática (ele disse “desse jeito vocês em Brighton se lembrarão de Little Joy como a banda azul!”), obtendo bons resultados (afinal, depois disso, variaram a iluminação).
Quando Binki fazia o vocal principal, a atmosfera ficava mais efervescente, menos presa aos ecos das supracitadas famosas bandas; e apesar de seu vocal não parecer com o da Nico, a coisa tomava um gancho bem Velvet Underground, ou seja, coisa fina!
Os integrantes do Dead Trees se juntaram ao Little Joy para as duas últimas canções, quando o clima de festa se consolidou.



Depois do show houve o papo rápido com Fabrizio e Amarante, onde a simpatia e o carisma do baterista dos Strokes sobressaíram (e muito) à indiferença do Hermano.
Enquanto esperava a banda desmontar o equipamento de palco, foi curioso ver cases com a marca estilizada “Strokes” estampada, e mais curioso ainda foi ver a grande etiqueta na parte traseira do amplificador: “Albert Hammond Jr”.

Confirmado: Los Hermanos se reunirão. Assim como The Strokes voltarão com tudo.
Assim que essa turnê acabar cada um volta para sua banda principal.
Amarante chegou a “comentar” sobre a vida na estrada com o Little Joy, novamente tendo que ser músico e roadie, tendo que dormir no ônibus e tal.

A impressão que ficou foi a de um bom show, onde o público recebeu o grupo com empolgação e foi recompensado com boa música.



Setlist – Little Joy ( http://www.myspace.com/littlejoymusic ) - Audio (Brighton, Inglaterra), 15/01/2009:
Evaporar
The Next Time Around
How to Hang a Warhol
No One's Better Sake
Unattainable
Shoulder to Shoulder
With Strangers
Keep Me in Mind
Walkin' Back to Happiness
new song
Don't Watch Me Dancing
Brand New Start

(escrito em 16/01/2009 por Cesar Zanin – waldenzanin@gmail.com - http://www.fotolog.com/waldenzanin)

segunda-feira, 9 de março de 2009

Oh Manchester, so much to answer for...



Rock tourist tour em Manchester!
:)

Passei em frente ao hospital onde nasceu Mark Smith (Broughton). Com a Bel. Hoje.

Em frente 'a primeira sede da Factory (Palatine road) tambem.

Em frente ao que era o clube Hacienda.




Em frente 'a prisao Strangeways.


Passamos embaixo da ponte que o Morrissey canta em Still Ill.

E andamos pela cidade, meio a esmo.




Agora estamos num pub perto de onde era a Hacienda.

Pena que Mark Smith esta com a bacia quebrada.
Tenho conviccao que ele gostaria de estar aqui, haha.



A foto acima fizemos no Salford Lads Club, quem conhece Smiths sabe.
:)

O show do Peter Bjorn and John ontem, no Scala em Londres, foi da hora!!

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http://www.fotolog.com/waldenzanin/13675931

Oh Manchester, so much to answer for... (part 2)



Mais tarde, continuando o giro por Manchester, fomos ao Britons Protection - bar onde Tony Wilson, Bernard Sumner e o pessoal costumavam fazer reunioes -, e la vimos um cartaz.

Era um cartaz bem modesto, xerox preto e branco em sulfite.
O cartaz era sobre uma noite no Brickhouse, onde Mike Joyce (baterista dos Smiths) comandaria as pick-ups.




O nome da noite, Altern@tive Therapy, nao era a toa:
Depois que a emissora de radio onde Mike conduzia seu programa fechou, muitos ouvintes ficaram mais uma vez orfaos (diziam ate que o programa do ex-Smith era do mesmo nivel que o de John Peel!), entao surgiu o convite por parte do club Brickhouse para Mike discotecar la.

Ai veio a ideia de adaptar o A.T. para o formato festa/noite.

Acontece que o cartaz que vimos dizia que a primeira noite seria em novembro de 2008. E, bem, nesse mundo indie esse tipo de coisa tem uma rotatividade muito grande.
Sabe, pensei que entre 11/2008 e 03/2009 poderia ter acontecido muita coisa e talvez a noite nem existisse mais...

Mas decidimos ir ate a Brickhouse e ver qual que era.

E o inexperado realmente aconteceu: enfim pude conhecer Mike Joyce, o lendario baterista dos Smiths, pessoalmente.
Ele foi atencioso e simpatico.




Agora posso dizer que ja vi de perto todos os 4 principais integrantes dos Smiths:
1. Morrissey, em Sao Paulo, em 2000 ou 2002 (no show que ele fez no Olympia);
2. Andy Rourke, em Barcelona, em 2004 (ele estava discotecando no club Razzmatazz, pedi pra ele botar uma do VU e ele atendeu! Cheguei ao cumulo de pedir autografo, haha);
3. Johnny Marr, em Barcelona, em 2007 (ele estava tocando com oo Modest Mouse, no Primavera Sound festival);
4. Mike Joyce, em Manchester, em 2009 (em frente a casa onde ele iria discotecar).

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http://www.fotolog.com/waldenzanin/13675931

domingo, 1 de fevereiro de 2009

sábado, 31 de janeiro de 2009

We're Barins!




Walden Barin 'sings' and plays the drums;
here are some of his influences:

The Fall, Modern Lovers, Animal Collective, Any Wise Pub, Ramones, Fellini, Helmet, Vaselines, Stooges, Guided by Voices, Ciccone Youth, Modest Mouse, Beastie Boys, Magic Crayon, Beach Boys, Captain Beefheart, Arnaldo Baptista, Joao Gilberto, Link Wray, Cesare Basile, Bugo, Vinicius de Moraes, Robert Johnson, Bob Marley, John Lennon, Dick Dale, Bob Dylan, Raul Seixas, Nick Drake, Johnny Cash, King Tuby, Syd Barrett, Renato Russo, Charlie Parker, Chopin, Mano Brown, Pogues, Smiths.

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Larry Barin plays the guitar;
here are some of his influences:

Echo and the Bunnymen, Spiritualized, Piano Magic, Sugarcubes, L'Altra, Animal Collective, Nico, Telescopes, Loop, Depeche Mode, Cardigans, The Cure, Revolver, Swervedriver, Moose, Cocteau Twins, The Fall, Modern Lovers, New Order, Chapterhouse, Stone Roses, Smashing Pumpkins, Slowdive, No Age, Los Campesinos, Stone Temple Pilots, Supergrass, My Bloody Valentine, The Jesus and Mary Chain, Guided by Voices, Iron and Wine, Bright Eyes, Gorillaz, Weezer, Blur, Beastie Boys, Legiao Urbana, Badly Drawn Boy, Nirvana, Goldie, Helmet, Rage Against the Machine, Velvet Underground, Sonic Youth, Walden, Magic Crayon e outros projetos do meu pai, Pink Floyd, Bob Marley, Belle and Sebastian, Bob Dylan, U2, Beatles, Elliott Smith, Durutti Column, Happy Mondays, Teenage Fanclub, Smiths, Battles, Joao Gilberto, José Gonzales, The The, House of Love, Any Wise Pub, Peter Bjorn and John, Tricky, Radiohead, Morrissey, Perturbazione, Artemoltobuffa, The Shins, Milton Nascimento, Mutantes, Portishead, Chemical Brothers, Charlatans, REM, Beck, Verdena, Queens of the Stone Age, Placebo, The Cardigans, I'm From Barcelona, Grandaddy, Mogwai, Jane's Addiction, The Strokes, The Fall, Depeche Mode, "The Fat Of The Land" do Prodigy, Ministry, Los Hermanos, Stereolab, Chico Science & Nacao Zumbi, Nick Drake, Avalanches, Sepultura (c/ Max), Dinosaur Jr, Stooges.

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Narc Barin plays the guitar;
here are some of his influences:

Oceansize, Mogwai, Radiohead, This Will Destroy You, Muse, Sonic Youth, Corporature, Reddial, Acorporeal, Joao Gilberto, Tom Jobim, Los Hermanos, Modest Mouse, The Fall, The Modern Lovers, Queens of the Stone Age, Silverchair.

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Bacon Barin plays the bass;
here are some of his influences:

Dimmu Borgir, Emperor, Therion, Yngwie Malmsteen, Crimson Glory, King Diamond, Focus, The Brecker Brothers, Richard Wagner, Gustav Mahler, Ludwig Van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Jeff Lyne, George Harrisson, Roy Orbison, Toto, Extreme, John Shuttleworth, The Mighty Boosh, Robert De Niro, The IT Crowd, Father Ted, Mark Brandon Read, Bartley Gorman V, Faith No More.

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Una Barin plays the violin;
here are some of her influences:

bjork, radiohead, portishead, unkle, jazzanova, air, lamb, J.S. Bach, J.Suk, Animal Sound, 12 Stone Toddler...

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Tony Barin plays the maracas;
here are some of his influences:

Reggae, hard core, other planets.

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Bebel Barin plays the keyboard;
here are some of her influences:

Velvet Underground, Sonic Youth, Peter Bjorn and John, Artemoltobuffa, Yo La Tengo, Elliott Smith, Jose Gonzalez, New Order, Depeche Mode, Wilco, Radiohead, Portishead, Perturbazione.

domingo, 25 de janeiro de 2009

ONE HOUR ((Barins))

Ha ha ha!

WORLD TRIP SPONSORSHIP ((Barins))

Experimental grunge garage psychedelic!